Mundial Sub-17: Brasil 3 x 0 Dinamarca

O Brasil começou o Mundial Sub-17 contra o adversário mais difícil da primeira fase, a Dinamarca, venceu por 3 a 0.

A Dinamarca foi uma das sensações da Eurocopa da categoria e foca o jogo no toque de bola do meio campo.

Ingredientes perfeitos para as atuações dos meio-campistas Adryan, Guilherme e até o Piazon (atacante mais recuado) serem mais dificeis. O resultado disso tudo é que um outro jogador teria que aparecer e foi ai que surgiu espaço para Ademilson.

O atacante tricolor (matéria que fiz em 2009 sobre ele, com pequenas reedições em Abril de 2011 –  http://gabrielfuh.wordpress.com/2011/04/25/ademilson-camisa-9/ ) fez o que sabe fazer como atacante completo que é.

Era a opção mais de área que Émerson Ávila tinha, mas jogou fora dela. Fez pivô, subiu com a bola e principalmente, arriscou chutes de fora da área. Em duas tentativas ele acertou e carimbou seus dois primeiros gols pela seleção.

Também foi fora da área que ele deu uma linda assistência para Wallace passar por trás da zaga e fazer o que foi o segundo gol da seleção. Uma jogada que ele fez muito com Lucas Farias no tricolor em anos anteriores.

A rendeção para o atleta que sempre foi artilheiro no São Paulo, mas também sempre foi esquecido pela seleção.

Apesar do placar elástico o jogo não foi fácil.

A Dinamarca marcou forte no meio e com um toque de bola impressionante criou as melhores chances no primeiro tempo, apesar de chegar no intervalo com a desvantagem no marcador.

Viktor Fisher, como esperado, foi o grande jogador dinamarques. Fez todos os ataques da Dinamarca e muitos deles com uma habilidade impressionante para um gringo. O Ajax se deu bem ao investir 1,3 milhões de euros para comprá-lo.

O primo do Drogba, Kenneth Zohore, fez o que também era esperado e foi o cara de finalização do time e parou em uma partida incrível de Charles, que garantiu a tranquilidade brasileira.

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3 Responses to Mundial Sub-17: Brasil 3 x 0 Dinamarca

  1. Camilla says:

    A seleção começou o jogo um tanto nervosa, normal por ser estréia mais isso vem acontecendo em todos os jogos, parece que eles demoram a “engrenar” realmente Ademilson e Charles foram os nomes do jogo, Charles fez grandes defesas mostrando reflexo e boa colocação e Ademilson saiu da área e mostrou que é centroavante forte mais não trombador dois gols e uma linda assistência. O saldo foi positivo mais não gostei do posicionamento no meio de campo acho que Adryan deve ficar mais solto e Guilherme abrir mais, pois tem mais qualidade pelos lados do campo principalmente pela esquerda.

  2. O Lucas Farias era o titular na Sub-17 e o Wallace o reserva. Na Sub-17 o Émerson não chamou o Lucas Farias na primeira convocação e quando surgiria a oportunidade na segunda o são-paulino estava lesionado.

  3. Vi apenas o segundo tempo (no qual o Brasil foi pouco ameaçado, após, segundo dizem os comentaristas, ter sofrido bastante na primeira etapa), mas consegui reunir algumas impressões sobre alguns jogadores.

    O Charles passou pela segurança. Quando exigido, fez-se presente e, inclusive, fez uma defesaça, após a bola desviar em um jogador brasileiro, que compunha a barreira, em um lance de cobrança de falta, a favor da Dinamarca. Foi pego no contrapé, no entanto, conseguiu se recuperar e mandar a bola, que parecia que balançaria o fundo da rede brasileira, para escanteio.

    O badalado Adryan não viveu uma boa tarde e ele, nitidamente, ficou contrariado consigo mesmo. Para tentar aparecer um pouco mais para o público e para a TV, ele arriscou alguns lances de efeito (chapéus, por exemplo), que poderiam ser entendidos como atos de menosprezo pelos adversários, que, felizmente, não se mostraram muito irritados com tais manobras.

    Ademílson mostrou um bom faro goleador. Posiciona-se bem e sai, igualmente, para participar do jogo, de forma mais recuada. Creio, pelo pouco que vi (45 minutos), que ele reúne totais condições de superar qualquer uma dos recentes atacantes formados pelo São Paulo Futebol Clube, como Henrique, Lucas Gaúcho, Ronieli, entre outros.

    O lateral direito Wallace, do Fluminense, me agradou devido o seu vigor físico. Parece muito bem preparado e, talvez, não tenha a mesma técnica que o Rafael, outra revelação do clube carioca e atual jogador do Manchester United, no entanto, vejo-o como um jogador com melhores recursos defensivos e de maior facilidade de recomposição, após subir para o ataque. A não ser que o são-paulino Lucas Farias seja realmente excelente, não vejo como ele poderia tirar a titularidade daquele rapaz.

    Sobre os demais, não vou opinar muito, pois, como disse, não assisti os noventa minutos. Espero ter a oportunidade de acompanhar o próximo duelo.

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