De olho no inimigo: Austrália Sub-17

O adversário mais difícil da primeira fase era a Dinamarca e já ficou pra trás. Temos uma certa tranquilidade para enfrentar tanto a Austrália, quanto a Costa do Marfim.

Vamos conhecer os aussies que confrontaremos nesta quinta-feira às 17h.

A Austrália não tem qualquer tradição no futebol profissional e no futebol de base a situação não é muito diferente. Apesar disso, só ficou de fora dos Mundiais de 1997, 2007 e 2009. Os dois últimos resultado da mudança de confederação, mas nunca teve uma participação muito importante perante o mundo.

A seleção foi campeã praticamente todos os anos que disputou na Oceânia, menos 1997, quando foi vice. Em uma decisão unânime da FIFA e das confederações, os aussies mudaram em 2006 para disputar os campeonatos asiáticos. A ideia era exatamente evoluir o futebol australiano ao aumentar o nível de competividade e isso vem acontecendo.

Nos primeiros anos a equipe ficou de fora do Mundial por não conseguir ficar entre os quatro primeiros nas qualificatórias asiaticas, mas em 2011 a equipe parou na semifinal, depois de uma boa primeira fase e tem tudo para atingir as quartas de final da Copa do Mundo, algo que não acontece faz dez anos.

Jesse Makrounas

Quem assistiu a vitória deles contra a Costa do Marfim já percebeu que o comandante da seleção é Jesse Makarounas. O atacante é um faz tudo da seleção, até por ser um dos que tem mais convocações.

Ele pode fazer várias funções, desde centroavante até um ponta esquerda, direita ou mesmo o que tem feito na seleção, sendo o camisa 10. Ele é o faz tudo porque a Austrália precisa disso para suprir suas deficiências ofensivas.

Outro nome que pode trazer problemas para a zaga brasileira é Dylan Tombides, que já está no time profissional do West Ham, da Inglaterra. Ele não esteve na convocação do Copa da Ásia Sub-16, mas desde que passou a integrar a seleção se tornou o principal artilheiro.

Dylan Tombides

Tombides foi um pouco esquecido pela seleção por causa da sua estranha história. Nasceu na Austrália, mas cresceu em Hong Kong e na adolescência mudou-se para a Inglaterra, onde passou a treinar no West Ham.

A grande falha da seleção brasileira fica em risco por causa dos zagueiros adversários, que tem o costume de fazer muitos gols em jogadas aéreas. Connor Chapman e Riley Wookcock (esse é reserva) são zagueiros artilheiros.

O outro bom zagueiro deles é Tom King, que já esteve relacionado entre os profissionais do Liverpool.

Aos poucos o futebol australiano está evoluindo. Ainda não o suficiente para superar o Brasil, mas com certeza para chegar as quartas de final da competição, pelo menos.

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