45 jogadores para olhar na 45ª Copa São Paulo

A Copa São Paulo 2014[bb] tem tudo para ser um bom espetáculo e revelar grandes nomes. Sem muitas delongas, segue a lista de 45 atletas para prestar atenção nessa competição.

*A lista não está por ordem de importância e sim por ordem de conforme fui lembrando.

Andrigo (1995) – Atacante – Internacional

Uma das principais estrelas da categoria 1995, preterida nas competições internacionais, Andrigo vai mostrar para o grande público na Copa São Paulo que as lesões não tiraram sua forma e sua qualidade impressionante.

O status de estrela veio na Copa Nike[bb] de 2010, quando carregou o Internacional para o título da fase brasileira da competição e acabou ganhando bastante espaço na mídia, devido ao assédio de clubes europeus, algo bastante comum nos clubes vencedores do torneio promovido pelo Manchester United.

Também foi premiado com a convocação para o Sul-Americano sub-17 de 2011, destinado a atletas nascidos em 1994. O desempenho entre os mais velhos não agradou, mas também não desanimou.

Uma cirurgia no joelho, ainda em 2011, fez com que o jovem praticamente não jogasse em 2012 e passasse um 2013 discreto.

Com ótimo chute de média distância, muita habilidade e potencial, Andrigo tem a Copa São Paulo para mostrar que não deve nada em relação aos companheiros Fernando Baiano (95) e Bruno Gomes (96) que vão disputar o gauchão 2014 e não estão no torneio de juniores.

Carlinhos (1994) – Lateral-Direito – Internacional

O jovem que foi formado no Desportivo Brasil é um dos potenciais destaques da Copa São Paulo, torneio que só traz boas recordações para Carlinhos.

Em 2012, defendendo o Desportivo Brasil, foi que o jovem se descobriu lateral e também quando sua carreira começou a deslanchar. Rapidamente foi para o Bayer Leverkusen, onde vestiu a camisa 23 e depois de algum tempo, foi emprestado ao Ragensburg, da segunda divisão, onde atuou como titular.

No Inter desde a metade de 2013, Carlinhos é um apoiador incansável, que até já conquistou títulos e prêmios de melhor em campo pelo Colorado e tem como principal arma sua chegada na área combinada com um bom chute cruzado. Vale ficar de olho.

Ewandro (1996) – Atacante – São Paulo

Por apostar em muitos atletas da categoria 1996, pode ser que o São Paulo[bb] não chegue tão longe na Copinha, mas com certeza é um dos que mais tem nomes para manter seus olhos bem abertos.

Ewandro está entre os principais nomes de toda a Copa São Paulo para você observar com atenção. No sub-15 foi reserva de Bruno Pereira e Joanderson, mas entrou nos dois jogos da final do Paulista, quando os titulares estavam com a Seleção, para mostrar que merecia mais.

Apesar da atuação apagada na primeira partida, a segunda foi simplesmente um espetáculo. O título não veio, o Desportivo Brasil, de Bruno Gomes, levou a melhor, mas a participação de Ewandro foi fora de série. Inteligente e muito habilidoso, tem um chute muito preciso e perigoso, tanto com a direita como com a esquerda.

Na Copa do Brasil da categoria deu show, título, vice-artilharia e desempenho de gente grande, com direito a gol do meio de campo contra o Fluminense.

A Copa São Paulo pode ser a chance para Ewandro mostrar que a frase mais usada por treinadores para descreve-lo (É muito habilidoso, mas joga quando quer) já não é mais verdade. Se tornou um atleta habilidoso e dedicado, pronto para servir o profissional.

Lucas Silva “Lucão” (1996) – Zagueiro[bb] – São Paulo

Capitão de todas as Seleções de base e xerife da área, Lucão é o maior candidato a novo Breno que Cotia já teve. Integrado aos profissionais, o zagueiro mostra atuações maduras e boa chegada nas jogadas aéreas ofensivas.

Seu estilo de jogo às vezes um pouco truculento assusta, pois tende a cometer faltas um pouco mais duras e sua qualidade técnica, às vezes dá confiança demais para sair jogando, deixando o zagueiro mais suscetível a erros na saída de bola.

Gabriel Boschilia (1996) – Meia – São Paulo

Uma das principais contratações do futebol de base nos últimos anos, Boschilia deixou o Guarani para fazer história no São Paulo.

Com boas atuações tanto pelo tricolor quanto pela Seleção Brasileira, o jovem vem mostrando um toque refinado na bola e um chute incrível de média distância, seja com a direita ou com a esquerda.

Inteligente e já encorpado para disputar as jogadas, é um daqueles jogadores que não sofre com a diferença de idade e é um dos principais candidatos a destaque do torneio.

No SPFC também olhe bem: Auro (LD – 1996), Queiroz (VOL – 1996), Gustavo Hebling e Felipe Araruna (VOL – 1996)

Gérson (1997) – Meia – Fluminense

Um dos mais jovens na Copa São Paulo, Gérson não vai precisar competir por destaque com os badalados Robert e Kenedy (ambos 96) e tem tudo para ser um dos bons nomes do Flu.

Canhoto e ótimo na proteção da bola, a genialidade em cada passe e toque é evidente. Uma lesão atrapalhou o ano da jovem promessa, que acabou pedindo dispensa da Seleção sub-17 antes mesmo do treinador Alexandre Gallo anunciar a lista de cortes para o Mundial, mas é certo que não vai demorar para vermos o jovem meia entre os profissionais do Flu.

Denilson (1995) – Atacante – Fluminense

O atacante Denilson também chega na Copinha 2014 decidido a ganhar seu espaço no profissional.

Em 2013 ele chegou até a atuar pelos profissionais do Fluminense e deixou sua marca contra o Goiás, na 5ª rodada do Brasileirão. Seu destaque nos torneios internacionais disputados pelo Fluminense, como a Al-Kass Cup também foi impressionante.

Vale ficar de olho, pois em breve ele pode estar no time principal.

Léo Pelé (1996) – Lateral-Esquerdo – Fluminense

Aclamado na base do Fluminense, Léo Pelé já foi bastante cotado no time principal e tem muitas chances de não regressar aos juniores após a Copinha.

Ótimo no apoio, veloz e bom nos cruzamentos, é um dos bons destaques para se olhar na posição.

Douglas Baggio (1995) – Atacante – Flamengo

O jovem Douglas Baggio já é sensação do rubro-negro faz bastante tempo. Um dos atletas 1995 mais badalados do país, virou o nome do gol nas categorias de base do clube carioca.

A qualidade do futebol dele é difícil de ser contestada. Desde seus 15 anos, quando chegou do Pernambuco para jogar no Flamengo, o jovem coleciona artilharias, títulos e gols bonitos.

Tem um arsenal impressionante de finalizações e bom porte físico. Já foi integrado ao profissional e com certeza terá essa oportunidade novamente em 2014.

Renan Donizete (1995) – Meia – Flamengo

Filho do lendário Donizete Pantera, Renan vai ter na sua carreira a sombra do seu pai eternamente rondando, assim como o outro rubro-negro Mattheus, filho de Bebeto, que jogou a Copinha ano passado.

O novo Pantera parece não sentir a pressão. Já sondado pelo Milan, o jovem veste a camisa 10 do Flá na Copinha 2014 e vem pra mostrar que Joel Santana estava certo quando convocou em 2012 o garoto para treinar com os profissionais.

A dupla com Douglas Baggio é muito entrosada e é um nome para se olhar com cuidado, sem muitas comparações com seu pai.

Jajá (1995) – Meia – Flamengo

O meia Jajá, que na verdade se chama Hugo, completa o grande trio 1995 do Flamengo. Inteligente e rápido na hora de decidir suas jogadas, é um dos principais nomes do clube na categoria e vem para mostrar porque ganhou tanto destaque.

A precisão no passe e a velocidade na chegada ao ataque são diferenciais para o jovem.

No Flamengo também olhe: Lincoln (Z – 1996) e Caio Rangel (A – 1996).

Lucas Douglas Pajeu (1994) – Atacante – Corinthians

Preterido no São Paulo, Lucas Pajeu pretende mostrar que o clube do Morumbi estava errado em deixar o jovem sair de Cotia.

Já no Paulista sub-20 desse ano ele deu uma pequena mostra de que o tricolor pode realmente ter errado feio. Além de marcar 14 gols na competição, o jovem foi o principal responsável pela eliminação do ex-time.

No jogo de ida marcou os dois gols da virada do timão na vitória por 2 a 1 e no jogo de volta abriu a caminhada para o 3 a 0, que eliminou o rival e levou o Corinthians para as semifinais.

Nessa Copinha Lucas veste a 9 do Corinthians.

Lucas Roncato “Lucão” (1994) – Lateral-Direito – Corinthians

Há tempos considerado o próximo da lista da lateral-direita corintiana, Roncato, Lucão ou enfim, como quiserem chamar, vai ter que levar essa edição da Copinha bastante a sério.

Forte no apoio, mas por vezes afoito na marcação, o que já resultou em expulsões infantis, Lucão precisa mostrar mais maturidade para ganhar a esperada chance de ser o lateral do timão.

Serginho (1995) – Meia – Santos

Vestindo a camisa 10 do Santos, Sérgio Soler ou Serginho, como também é chamado, é outro que vai destinado a provar que o São Paulo também erra.

Serginho deixou o tricolor por falta de oportunidades, que eram justificadas com alegações esquisitas, como altura, diferença de tamanho das pernas ou um problema nas costas. Manco, lesionado ou baixo, virou um grande destaque no Santos.

Criativo e habilidoso, Serginho tem estrela, no sub-14 do São Paulo fez o gol de um título internacional do tricolor no Japão. É bom observar.

Fernando (1996) – Volante/Meia – Santos

Fernando é um jogador 100% diferenciado, um volante ou meia, como preferirem, como se vê pouco no futebol.

Como começou a carreira como atacante, o jovem finaliza como poucos e foi o principal jogador do time santista no Paulista sub-17 de 2013. Sua chegada como elemento surpresa é definitivamente um grande diferencial. Seu estilo carrapato de marcação costuma anular os mais criativos.

Esse é pra mim um dos principais valores para os torcedores prestarem atenção.

Thiago Maia (1997) –  Volante – Santos

Um dos poucos jogadores da geração 1997 a estar com a Seleção sub-17 no Mundial, o volante Thiago Maia se diferencia por sua força física e ótimo poder de marcação.

Talvez não consiga uma vaga de titular no time do Santos ainda, mas é um dos bons volantes para se atentar, na próxima Copa São Paulo será titular com toda certeza.

Gabigol (1996) – Atacante – Santos

Um dos principais nomes da categoria no Brasil, Gabigol não impressionou no Mundial sub-17, mas mostrou que está em boa fase durante todo o ano de 2013.

Com passagem e até gol pelo profissional do Santos, dificilmente a jovem estrela jogará outra Copa São Paulo e ao que tudo indica fica no profissional em 2014.

No Santos também olhar atentamente: Lucas Otávio (V – 1994), Stéfano Yuri (A – 1994) e Diego (A – 1994).

Guilherme Costa (1994) – Meia – Vasco da Gama

Um dos principais meias da categoria na época de sub-15, Guilherme é um dos bons valores que o Vasco não perdeu na justiça, mas seu rendimento caiu com o tempo.

Com uma cobrança de falta magistral e inteligência para dar ritmo ao jogo, ele tem que provar nessa Copa São Paulo que ainda tem o futebol que o tornou tão badalado em sua época de Seleção Brasileira.

Renato Kayser (1996) – Meia – Vasco da Gama

Mais um dos atletas formados no Desportivo Brasil e que hoje defendem as cores de um clube grande.

Renato é um meia-atacante que tem ótima finalização de média e longa distância, tem boa qualidade com a bola nos pés e é bastante habilidoso. Alguns o consideram um daqueles jogadores que joga bem quando quer e fominha, mas tem talento e pode chegar longe.

Hugo Ragelli (1995) – Atacante – Palmeiras

O grandalhão Hugo Ragelli já foi a grande sensação do time do Palmeiras campeão do Paulista sub-17, mas sua história parece ter travado aí.

Apesar da artilharia da competição e da titularidade na Copa São Paulo aos 16 anos de idade, Hugo não deslanchou e deixou um ponto de interrogação na cabeça de todos. Em 2014 começa a Copinha no banco e vai precisar provar que ainda é o artilheiro que ajudou o Palmeiras a conquistar um torneio de base.

Cristopher (1995) – Meia – Palmeiras

Uma das boas possíveis surpresas do Palmeiras na competição, Cristopher pode despontar no meio da geração campeã do Paulista sub-17. Junto com Lucas Taylor (95) é um dos bons jogadores da geração.

A velocidade e a boa finalização diferenciam o jogador.

Vinicius (1994) – Goleiro – Palmeiras

Um dos principais responsáveis pelo título do Paulista sub-17 anos atrás, Vinicius é mais um da Academia de Goleiros do Palestra.

Com ótima saída da área nas jogadas aéreas, agilidade e tempo de bola, é uma das boas apostas para as metas.

Observar também: Césinha (LD – 1994)

Lucas Kevin (1994) – Meia – Cruzeiro

Com passagem pelo Corinthians, incluindo a última Copa São Paulo, Lucas Kevin desponta no meio-campo do Cruzeiro no que pode ser a última grande oportunidade de mostrar serviço na base e em uma equipe grande.

Seu chute de fora da área o diferencia, além disso sabe proteger bem a bola. O Cruzeiro já subiu Lucas Silva, quem sabe Kevin não pode ser o próximo?

Ronan (1995) – Atacante – Grêmio

Ex-Fluminense, Ronan é um atacante de força física. Teve boa passagem também no Parma da Itália e tem todas as características necessárias para ser um típico de um bom atacante do imortal.

Com quase dois metros de altura, Ronan mostra habilidades atípicas para um atleta tão forte e alto. É incisivo e embora use a 9, por muitas vezes joga pelos lados do campo.

Léo (1995) – Goleiro – Grêmio

O goleiro Léo é uma das boas apostas do técnico James Freitas. Alto e ágil, pode seguir a linha de goleiros gremistas.

O jogador se destacou na Copinha em 2012 pelo Olé Brasil e foi contratado pelo Grêmio, um clube que exige muito mais responsabilidade.

Juninho (1996) – Meia – Ponte Preta

Ex-Santos, Junior Citta se destacou em 2013 pelo time campineiro, depois de fazer muito sucesso no Santos.

A maioria das pessoas devem lembrar de Junior pelo apelido de Elano, devido a semelhança física com o meia, que chegou a jogar na Seleção Brasileira. Entre as principais qualidades estão o bom chute cruzado e a chegada forte ao ataque.

Gustavo Ermel (1995) – Atacante – Juventude

O atacante Gustavo Ermel é uma das apostas do Juventude, jogando como atacante ou um pouco mais recuado, o jovem mostra uma grande habilidade, velocidade e talento pra mudar a direção da jogada rapidamente e surpreender os adversários.

Marcelo (1994) – Volante – Vitória-BA

O volante Marcelo jogou  pelo principal no ano passado e é um dos mais experientes jogadores da Copinha.

De boa marcação e também boa chegada ao ataque, Marcelo tem tudo para ser o principal destaque do time.

Álef (1996) – Lateral-Direito – Vitória-BA

O lateral que foi trazido do rival Bahia é um dos principais destaques da posição na categoria e foi por muito tempo jogador fixo da Seleção Brasileira.

O apoio ao ataque é o diferencial, do jogador que é veloz e costuma chutar bem da entrada da área, além de ser bastante aplicado nos cruzamentos.

Rivaldinho (1995) – Atacante – Mogi-Mirim

Depois de uma temporada no Corinthians, o filho do campeão mundial de 2002 Rivaldo voltou ao Mogi-Mirim e levou toda a sua qualidade consigo.

Vice-artilheiro do Paulista sub-20 deste ano, Rivaldo carregou seu time para a conquista da competição estadual. Ele foi vital para, marcando o gol que eliminou o Corinthians na semifinal e marcando dois dos quatro gols que fizeram com que o Mogi batesse o Botafogo-SP e fosse campeão.

Em seu melhor momento, talvez seja difícil que Rivaldo Junior leve o Mogi muito longe, mas ainda é um bom potencial para ser observado na Copinha.

Matheus Rosseto (1996) – Meia/volante – Atlético-PR

Sem contar com sua grande estrela da geração, Nathan, integrado ao principal e que surpreendeu o mundo na Seleção sub-17, o Atlético-PR aposta suas fichas em Matheus Rosseto, que por muitas vezes fez a função de meia do time sub-17 do Furacão.

Rosseto cumpria o papel que foi de Nathan na Seleção e era um dos grandes destaques do time, incluindo a Copa do Brasil sub-17.

Marcos Damasceno (1996) – Meia – Atlético-PR

Destacado por scouts do Arsenal como o jogador de mais potencial do Atlético-PR na geração 1996.

Meia-atacante veloz, com ótimo chute de meia distância e muita agilidade, tem uma chegada poderosa na frente, que costuma resultar em grandes jogadas.

Paulinho (1994) – Goleiro – Goiás

Melhor arqueiro da edição passada, Paulinho é certeza de poucos gols sofridos pelo Esmeraldino nessa Copinha e deve ser observado atentamente, pois pode pintar em algum time de maior expressão ou mesmo no time principal do Goiás muito em breve.

Claudio Falcão (1994) – Volante – Aquidauanense

O volante, quase zagueiro Claudio Falcão, do Aquidauanense, é uma das boas surpresas da Copinha. Seguro e muito bom na marcação, é um daqueles nomes que, assim como Valdivia do Rondonópolis, pode aparecer em qualquer time grande pós-Copinha.

As referências que vieram de Mato Grosso sobre o jogador são as melhores e as atuações na Copinha, até agora, também.

Rogério (1995) – Meia-Atacante – Flamengo de Guarulhos

Rogério é um dos ilustres dessa Copinha que se você não prestar atenção, talvez passe despercebido. Formado no Desportivo Brasil e com passagens pelo Corinthians, o jovem meia-atacante é sinônimo do bom futebol do rubro-negro paulista.

Apesar de nunca ter tido um grande destaque no Corinthians, a promessa de Guaxupé, Minas Gerais, tem na Copa São Paulo a chance de mostrar futebol para ganhar nova chance no Timão. Se eu fosse corintiano olharia com alguma atenção, pode ser que valha a pena.

Gustavo Henrique (1994) – Atacante – Taboão da Serra

Destaque do Taboão já no futebol profissional, o jovem de 19 anos tem a chance de mostrar para o Brasil todo sua qualidade e conseguir uma chance em um time grande.

Se mostrar seu melhor pode aparecer em qualquer um dos grandes na próxima temporada e mostra faro de gol, já que marcou pelos profissionais até com certa facilidade, apesar de ser uma divisão inferior.

Post com ajuda de Jonatan Androwiki e Rômulo Maia

About Gabriel Fuhrmann

Jornalista formado desde 2011, especializado em futebol de base. Repórter da São Paulo FC Digital
This entry was posted in Copa São Paulo, Promessas do futebol. Bookmark the permalink.

4 Responses to 45 jogadores para olhar na 45ª Copa São Paulo

  1. sam says:

    ótima postagem sobre futuro bons jogadores, li num site, fórum arquibancada tricolor que o spfc dispensou o maxwell? é verdade?

    muito obrigado.

  2. Platão says:

    E detalhe pelo que vi do Andrigo,ele não é tudo isso que falam…

  3. Platão says:

    Pelo jeito nomes como Joanderson,Gabigol e Bruno Pereira dançaram,agora quem está jogando mais é um garoto chamado Ewandro. E no sub 15 teve um detalhe,ele estava se adaptando a uma nova cidade,a um novo clube,não é pra qualquer um que sai de uma favela em Recife,estoura de imediato em um clube da grandeza do São Paulo,precisa de calma,o garoto na época tinha 14 anos,o seu psicológico foi afetado com isso,basta observar a crescente de rendimento no sub 16.Mas no paulista sub 15 ele não fez tão feio,em 20 jogos fez 12 gols, e decidiu na final.Se continuar evoluindo vai virar craque ,pois a habilidade que ele tem são pra poucos

  4. Pingback: Torcida Tricolor Independente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>